Posts Tagged ‘Ditadura

16
abr
09

(Paulistão 2009) Corinthians: Sem Torcida adversária no estadio. Agora não pode comemorar gol mais

Christian está sendo processado pelo ministério publico por mostrar o dedo médio comemorando o gol decisivo do 1º jogo da semi-final do clássico contra o SPFC, no Pacaembu.

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02
jan
09

Observatório da Imprensa debate sobre a ignorancia do brasileiro sobre a ditadura e o AI-5

No ultimo programa de 2008, o programa Observatório da Imprensa (TV Cultura – SP, TVE – Rio) abordou o desconhecimento do brasileiro sobre a ditadura militar e o próprio AI-5, o decreto de lei que cercou a liberdade de expressão na época mais cruel da ditadura.

observatorio-da-imprensa

Veja aqui mais detalhes do programa.

  • Ouça aqui os momentos históricos da implantação do AI-5 no site especial do Estadão, com a análise dos repórteres Danilo Angelim e Carlos Marchi.
  • Leia neste post uma lista de links para reportagens e entrevistas sobre o AI-5.
15
dez
08

Bienal do Vazio: Caroline Pivetta não tem direito a Habeas Corpus

pivetta bienal arte 2008
Foto: Alessandro Desidério

A ultima Bienal de Arte de São Paulo acabou no dia 6 de dezembro, mas o seu grande legado pra meros mortais que não entendem aqueles “artistas visionários” não vai ser nada bom.

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05
dez
08

Figurinha 8: General Jorge Rafael Videla – Presidente da Argentina

General Jorge Rafael Videla

General Jorge Rafael Videla – Presidente da Argentina

América do Sul

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01
nov
08

Figurinha 7: Anastasio Somoza, pai e filho – Presidentes da Nicarágua

Anastasio Somoza Sr. e Jr.

Anastasio Somoza Sr. e Jr. – Presidentes da Nicarágua

América Central

Veja o original em inglês //

Os Marines invadiram a Nicaragua em 1912 e lá permaneceram até 1933, lutando mas nunca derrubando o Revolucionário Augusto Sandino.

Eles criaram a Guardia Nacional de Nicaragua e instalaram Anastasio Somoza Garcia no poder. Então Sandino, que tinha assinado uma trégua e abaixado a guarda, foi assassinado por Somoza.

Em 1935, o General Smedley Butler, que liderou os Marines dentro da Nicarágua, afirmou: “[Eu fui] um guarda-costas de alta competencia para os grandes negócios, para Wall Street e para os bancos. Por pouco tempo, eu fui um extorsionário para o Capitalismo – ajudei a purificar a Nicarágua para [uma] instituição bancária internacional.” O presidente Franklin Roosevelt pôs em outra esfera: “Somoza pode ser um filho da puta, mas é o nosso filho da puta.”

Corrupção, tortura e assassinatos brutais de dissidentes continuaram por 45 anos por duas gerações de Somozas, pois depois de Somoza Garcia ser assassinado na rua em 1956, seu filho Anastasio Somoza Debayle assumiu o poder. Os Somozas arrasaram financeiramente a Nicaragua e se tornaram milionários. Somoza filho, o vampiro ditador, acumulou 12 milhões de dólares em 1 ano comprando o sangue de seu povo e vendendo para o exterior com 300% de margem de lucro.

Mas seu maior lucro de uma vez só foi em 1972 depois de um terrremoto que vitimou centenas de milhares de nicaraguenses: Somoza teve uma ajuda internacional de 30 milhões de dólares em mercadorias e as vendeu para quem pagou mais na época.

Perto do fim de seu reinado, ele bombardeou com aviões sua própria capital para permanecer no poder, mas foi destituído por um grupo rebelde chamado Sandinistas, inspirado no herói popular assassinado por seu pai.

Links externos:
Blog pessoal
War is a Racket – Wikipedia EN
7 Dias – Nicaragua
Portal La Prensa – Nicaragua
Núcleo de Estudos Contemporâneos – Universidade Federal Fluminense
Presidencia da Nicaragua

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01
nov
08

Figurinha 6: Coronel Hugo Banzer, Presidente da Bolivia

Coronel Hugo Banzer, Presidente da Bolivia

Coronel Hugo Banzer, Presidente da Bolivia

América do Sul

Veja o original em inglês //

Em 1964, o New York Times escreveu sobre a Bolivia: “Nenhum país no Hemisfério Ocidental (PDF) é mais dependente da ajuda de Washington e em nenhum outro lugar existe influência tão indiscreta da embaixada dos Estados Unidos para fazer valer isto”. Foi então que, em 1970, quando o presidente Juan Jose Torres nacionalizou os prédios e instalações da Gulf Oil e minas de extração de estanho de propriedade de empresas norte-americanas, e também mantendo contatos amigáveis com Cuba e a União Soviética, que estava mexendo com fogo.

O golpe para derrubar Torres, liderado por Hugo Banzer – oficial treinado pelos estados unidos e beneficiário da Gulf Oil – teve suporte direto de Washington. Quando as forças de combate de Banzer tiveram uma interrupção nas comunicações via radio, o Major da Força aérea norte-americana, Robert Lundin (PDF), colocou a frequencia da Força Aérea dos estados unidos à sua disposição.

Ao assumir o poder, Banzer começou o seu reino de terror. Escolas foram fechadas por serem consideradas berços de “agitação política subversiva provocada por anarquistas contrários à nova ordem instituída”, a embaixada da União Soviética foi fechada, e Banzer recebeu um empréstimo internacional por aliviar a situação da Golf Oil. Em 2 anos, 2,000 pessoas foram presas sem julgamento e torturadas. Como no Paraguay, Argentina e Brasil, os indios perderam território e sofreram aculturação. Milhares de sul-africanos brancos foram convidados a imigrar para o país com promessa de terras roubadas dos indígenas. O secretário de imigração Guido Strauss disse às Nações Unidas que a intenção dessa campanha era criar uma “Bolivia branca”. Quando os cléricos Católicos tentavam dar assistência aos indigenas, o regime de Banzer, com a ajuda da CIA, fomentou ataques terroristas contra eles, e este “Plano Banzer” tornou-se um modelo para ações anti-Católicas similares em toda a América Latina.

Link externos
Google Books
Coluna de Marcelo Ambrosio – Jornal do Brasil
Biografias y Vidas
Arquivo – The New York Times
Nativeweb
Infoalternativa – Portugal

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30
out
08

Figurinha 5: General Humberto de Alencar Castello Branco – Presidente do Brasil

General Castello Branco - Presidente do Brasil

General Humberto de Alencar Castello Branco – Presidente do Brasil

América do Sul

Veja o original em inglês //

Em 1961, a revista TIME chamou o momento político do Brasil de “confuso” e disse que o país estava “também perdido em assuntos externos” (Matéria de 4 Paginas, em inglês). O que a TIME parecia alertar era que a politica do Presidente brasileiro João Goulart era inaceitável para os estados unidos na época. Goulart fez negócios com nações comunistas, apoiando o movimento trabalhista, e limitou os lucros que as empresas multinacionais podiam enviar para fora do país. Embora agentes de alta patente das agências de inteligencia dos EUA como o Adido Militar da embaixada americana no Brasil, Vernon Walters (que depois seria nomeado Diretor Adjunto da CIA), negarem a participação de tropas dos EUA no Golpe militar de 1964 que derrubou Goulart e levou ao poder o General Humberto de Alencar Castello Branco, haviam evidencias do contrário. Por exemplo, logo depois do golpe, oficiais dos EUA no Brasil requisitaram de Washington combustivel para os soldados de Castello Branco, no caso das tropas de Goulart explodirem refinarias no país.

O regime de Castello Branco foi curto porém brutal. Sindicatos trabalhistas foram extintos [PDF], críticas ao Governo se tornaram proibidas por lei, e milhares de “prováveis comunistas” (incluindo crianças) foram presos e torturados. Como no Paraguai, Argentina e Bolivia, a terra de milhares de indios nativos foi confiscada e sua cultura destruída. Links: [1][2]. Traficantes de Drogas, muitos deles ligados a oficiais militares, receberam proteção por manter interesses de segurança nacional (Nota: Leia-se como: corrupção somada a impunidade, que existe ainda hoje).

O Brasil criou alianças fortes com a Liga Mundial Anti-Comunismo e ajudou o General Videla em seu golpe militar na Argentina.

Quando Branco saiu do poder em 1967, deixou para trás uma constituição com amplos poderes para os militares e futuros presidentes, alejando qualquer esforço para a restauração da democracia.

Link externos:
Time Magazine, 08/09/1961
Operação Brother Sam – wikipedia
Operação Brother Sam – Wikipedia EN
Site pessoal de Franklin Martins
Sindicato de Ipatinga
Institulo Sócio-Ambiental
Interletras
Instituto de Estudos Sócio-Econômicos
Institulo Humanitas Unisinos

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