Archive for the 'Lixeira' Category

07
mar
09

Watchmen (Review): um Diretor Visionário com ótimos atores na mão…

510806193_183f9aaf99
Créditos da foto: donjopi3 – Por que a Ironia? Simples: imdb nota 8.5 é puro Hype

Review sem spoilers

Continue lendo ‘Watchmen (Review): um Diretor Visionário com ótimos atores na mão…’

22
fev
09

(Review) Documentário sobre skate: Dogtown and Z-Boys – Stacy Peralta

Esse contém “spoilers” – trechos da história.

Se voce quer saber onde tudo começou, pegue em sua locadora o documentário de skate “Dogtown and Z-Boys”. A história, conhecida mundialmente na mídia (principalmente escrita) do esporte na década de 70, mostra o primeiro bando de “ratos” de skate: os “Z-Boys”, uma meia dúzia de moleques e uma garota escolhidos a dedo por suas habilidades, todos nos seus 12-14 anos de idade , patrocinados humildemente em ca$h e guiados, aí sim, pela atitude e estilo inovador da Zephir Surf & Skate Shop (daí o nome “Z”).

Continue lendo ‘(Review) Documentário sobre skate: Dogtown and Z-Boys – Stacy Peralta’

21
fev
09

Uma Familia da Pesada (Family Guy) dublado – arghh, o que é isso Canal FX?

stewie-familia-da-pesada-dublado

Ontem tive a chance de ver mais um “monstro” da TV a cabo por assinatura: a série Family Guy do Canal FX dublada em português brasileiro, detonando toda a graça de uma série animada que não tem onde mexer de tão perfeita, no que ela se propõe: ser sarcástica e desmedida com o politicamente correto.

A Série, convenhamos, precisaria de uma senhora dublagem pra mostrar todo o sarcasmo e ironia das piadas regionais, e não me parece que aconteceu isso. Em alguns trechos de conversas a velha máxima da “sessão da tarde” – filho da mãe, vai pro inferno, etc – prevalece e é meio triste ver o que os empresarios fazem com uma série “sem pudor” (tendo isso como o principal atrativo) como é Family Guy, pra torná-la acessivel pra quem nunca teve interesse em assisti-la quando é legendada.

Pra corrigir qualquer pensamento “xiita” do post. Sim, ainda tem opção de legenda em português e audio original. Sim, no fim de semana continua sendo legendado como opção principal.

Quer saber o motivo real desse post? Veja o video ai embaixo 😆

Leia aqui o Tópico sobre estas dublagens no Forum do FX.

06
fev
09

Livro: Xadrez, Truco e Outras Guerras (José Roberto Torero)

exercito

Creditos da imagem: site anti-“exército obrigatorio” que não me lembro… mas com certeza não foi deste jornalista confuso.

Com humor corrosivo, José Roberto Torero reescreve a história da Guerra do Paraguai como um capricho de poderosos entediados e diz que só o soldado raso possui sentimento genuíno…

Titulo original: "A ira dos ordinários"

A vida pode ser uma história contada por um idiota, como quer Shakespeare, mas é melhor que seja um idiota alegre do que um idiota triste. O primeiro não filosofa, apenas ri, mostrando os dentes. Torero tem mais simpatia por ele, o otimista, o idiota alegre incapaz de perceber que a vida é apenas "um susto entre o nascer e o morrer", como defende o escritor, autor do livro "Xadrez, Truco e Outras Guerras" (Editora Objetiva, 184 páginas).

O que distancia Shakespeare de Torero não é, portanto, uma visão pessimista da humanidade, mas o humor corrosivo. Quem mais seria capaz, hoje, no Brasil, de descrever a Guerra do Paraguai como um capricho de entediados poderosos? Torero, que já dedicou seu primeiro livro, "O Chalaça", a uma quase obscura figura da história brasileira, o conselheiro do imperador dom Pedro I, e o segundo, "Terra Papagalli", ao degredado Cosme Fernandes, seminarista que construiu um porto de escravos em São Vicente.

Como se vê, Torero é o professor de história que nenhuma escola conservadora gostaria de ter. Depois de identificar o chalaça do imperador como o verdadeiro responsável pelo grito da Independência (além de aliciador de prostitutas para a corte) e insinuar que o Brasil foi construído por seminaristas traficantes de negros, Torero volta a provocar com a sua nada exemplar história do soldado. Ou melhor, de soldados. Torero não poupa nenhuma patente para demonstrar sua tese: quanto mais ordinária a condição do soldado, maior a sua ira.

Projeto da Editora Objetiva, que encomendou livros sobre os outros seis pecados capitais a renomados escritores (Ariel Dorfman, entre eles), "Xadrez, Truco e Outras Guerras", como os livros anteriores de Torero, não pretende ser um exemplo de exatidão histórica. Para o escritor, a história só existe mesmo para ser reinventada. Torero não é antiquário para recuperar o passado envernizando móveis devorados por cupins. Antes, ele usa o passado para entender o presente. E "Xadrez, Truco e Outras Guerras" é uma bela parábola sobre como o Brasil trata seus parceiros abaixo do Equador.

"Inicialmente, pensei em escrever um livro sobre Caxias, porque sempre achei estranho esse culto ao soldado, mas ele não se encaixava nessa história de ira, por ser apenas um estrategista", justifica Torero. O escritor estava empenhado em demonstrar sua tese: quanto maior a patente, mais longe está da guerra e, portanto, menor a sua ira. O coronel vai à luta por vaidade, o capitão para trocar de patente e o soldado, por necessidade de sobrevivência. No fim, o rei, após derrotar um pequeno e insignificante país vizinho, prepara-se para invadir outro minúsculo porto de bananas. Ao soldado, que perdeu a perna, só lhe resta a ira.

"É um sentimento genuíno e cotidiano, que tanto atinge o deus do Velho Testamento como os que acompanham as pesquisas de intenção de voto para governador no segundo turno", diz, justificando a escolha desse pecado capital como tema de seu livro. Torero transfere para o leitor a ira do soldado diante da indiferença do mundo e de seus superiores. Ira não é, também, um sentimento estranho a Torero. Aceitou, por exemplo, a encomenda de uma conhecida produtora para escrever o roteiro de um filme e não foi pago até hoje. "Isso me deixou irado", diz.

Entrevista de Antônio Gonçalves Filho, Fonte: AN

“…” significa que a entrevista continua, mas como o texto está desatualizado, preferi tirar esta parte.

O livro é muito bom, J.R.Toreto tem um ótimo senso de humor. Além deste “Xadrez Truco e Outras Guerras”, eu li tambem “Vermes: Uma Comédia Politica” e “O Chalaça” – são 2 livros impagáveis de tão engraçados e irônicos.

29
jan
09

O “Jogo” da Imprensa e Você

Uma explicação rápida de como uma notícia, mesmo sobre economia, vira "Fast Food", de fácil entendimento popular.

jogo-da-imprensa

Roger Caillois (1967) define o jogo como uma atividade livre, delimitada, incerta quanto ao seu desfecho, improdutiva, regulamentada e fictícia. Classifica os jogos em quatro categorias, sendo que a que nos interessa aqui é o “Agon”, definida por ele como “ um grupo de jogos que aparece sob a forma de competição”, ou seja, como um combate em que a igualdade de oportunidades é criada artificialmente para que os adversários se defrontem em condições ideais, suscetíveis de dar valor preciso e incontestável ao triunfo do vencedor.

Jogos de “Agon” são jogos de competição, jogos de codificação dual onde sempre há um vencedor e um perdedor, onde sempre há tensão. São jogos que atraem exatamente pela tensão que geram, e pela distensão, que também geram, ao seu final quando surge o vencedor.

Huizinga (1938) acredita que o jogo cria ordem, “introduz na confusão da vida e na imperfeição do mundo uma perfeição temporária e limitada”. Pode-se dizer que o jogo, ao limitar o universo onde atuamos, diminui a improbabilidade de nossa comunicação, o jogo aumenta nosso controle simulando determinismos.

Cyrulnik (1997) nos conta que numa simulação de queda de avião, se se diz às pessoas que nada pode ser feito, a angústia aumenta rapidamente. Por outro lado, “basta indicar uma conduta a ter, mesmo que seja inútil, para as ver tranqüilizarem-se”. Este mesmo autor alerta para a armadilha do pensamento dualista pois, apesar de muito prático quando propõe categorias claras e condutas simples, tais categorias não dão conta da complexidade da realidade.

Huizinga, Caillois e Cyrulnik juntos nos dão uma boa pista do motivo pelo qual as empresas de comunicação têm tanta capacidade de atrair a atenção das pessoas através de seu jornalismo econômico. Tais empresas interpretam a realidade de forma dual, clara e simples. Colocam os fatos em termos de competição, seja, por exemplo, entre “os especuladores” e o Banco Central no caso do dólar, seja entre empresas “lutando” por sua sobrevivência contra a concorrência.

Antagonismos são realçados num jogo de competição que simula determinismos buscando nos fazer acreditar na simplicidade da situação e, ao acreditarmos, “encontramos a saída”. Ora, a inflação sobe pois o dólar subiu, o dólar subiu pois o Presidente do Banco Central não foi nomeado e o “mercado esperava ansioso”, mercado ansioso é igual a dólar alto. Tudo muito direto, muito claro. A pobreza diminuiu e o consumo aumentou por causa do Bolsa-Familia…

Ora, as grandes empresas de comunicação já se deram conta da força de atração que situações caracterizadas como jogos de “Agon” causam, exatamente pela clareza das categorias representadas, pela simplicidade com que se pode entender e julgar uma determinada situação, dada a dualidade da mesma e pela tensão gerada. Harry Pross (1999) alerta para o fato de o ser humano já não poder viver sem tensões, alerta para “esse ‘espírito esportivo’ que penetra todas as esferas da vida e cria a ‘indústria da tensão’”.

Nesse sentido o jornalismo econômico, ao mesmo tempo em que coloca o problema, coloca a solução, traz a tensão e a distensão. Trata dos assuntos da economia de forma a deixar claro quem está contra quem e qual a conseqüência disso, quem ganhará e quem perderá caso tal desenlace ocorra. A realidade fica reduzida a micromundos onde causa e efeito são claros e simples, mundos onde, por um lado, o entendimento é quase instantâneo e toma-se partido facilmente dada a obviedade da situação, e por outro, pouco se pode fazer; pode-se apenas aguardar o desfecho, torcer para que vença aquele que deve vencer. Tanto maior é a torcida quanto maior for a crença de que com o vencedor virá a melhorar a vida de quem torce por ele.

Fonte: Mural MTV (link morto)

20
jan
09

Sublime – the best fucking band ever…

Dificil sair da cabeça qualquer música do Sublime…

Alguns “criticos” de musica preferem descartar a genialidade do grupo apenas por causa do lider e vocalista da banda, o Brad (Bradley Nowell), ter morrido de overdose. Jimi Hendrix também parece passar nessa “onda” de moralismo que prega a genialidade do artista ligado à sua atitude de viver até os 90 anos de idade e vir caquético fazer show no Brasil cobrando 500 reais pra ouvintes de rádios jabazeiras. Mas o buraco é mais embaixo

Quem entende de música da década de 90 – que não se resumiu a Grunge – e gosta de algo mais parecido a Ska/Rock/Hip-Hop/Instrumental – um “Reggae de branco” para alguns – tem no Sublime uma mistura inconfundivel e fodidamente viciante.

Eu já li e reli adjetivos pro trabalho da banda, todos muito emociados de fãs e os que não gostavam obviamente fazendo referência as drogas nas letras e à overdose de Brad – como ja foi citado. Só que eu não quero cair na mesmice de descrever como é bom o primeiro seio na sua mão ou a primeira grana na conta do banco, elogiando a banda pra quem não teve esse prazer de ouvi-lá ainda… então só recomendo este album para não-iniciados em Sublime:

sublime-gold-album

Eu descreveria esse album como a trilha sonora perfeita de uma viagem de carro pro Litoral sem trânsito…

Pra quem quiser saber mais sobre sublime eu recomendo visitar a Comunidade do Orkut sobre a Banda… sim, brasileiros têm uma das melhores paginas sobre Sublime que se tem noticia, em português. – Tomara que o Google faça backup dos posts dessa comunidade antes de botar fogo no Orkut, terra de fakes e salsinhas convictos.

Visite aqui a Comunidade “Sublime Brasil” no Orkut

Ouça aqui alguns streamings da banda.

08
jan
09

Beta-testing da Bridge WordPress (blog) com myBB (forum)

Estou testando a versão Alpha do plugin (bridge) Wordbb aqui no meu site. o autor do plugin – Hangman – é o mesmo que tinha feito a integração do myBB 1.2x com o WordPress 1.21 a mais ou menos um ano atrás. Com as constantes atualizações do WordPress principalmente e por falta de tempo ele deixou de lado a bridge.

[img]http://e.imagehost.org/0154/wordbb1.gif[/img]

Agora no lançamento do mybb 1.4x e WordPress 2.7x está sendo relançada esta bridge em versão de testes, atualizada para estas ultimas versões estáveis.

A integração é basicamente feita na importação de dados (tabelas) de novos tópicos, comentários e username/senha entre os 2 bancos de dados, sem login (cookie) unico, como é feito no mkportal.

Por enquanto está funcionando sem problemas – só a limitação de alguns caracteres que não existem no inglês – ç,á,ã,é,ô,etc – é que são perdidas em usernames e senhas.




fevereiro 2017
S T Q Q S S D
« maio    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728  

Twitter

Blog Stats

  • 40,168 hits